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Aprenda tudo sobre Estimulação Cerebral Profunda

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A estimulação cerebral profunda, também conhecida como Deep Brain Stimulation (DBS), é um procedimento cirurgico que pode ser utilizado em pacientes com Parkinson em que o tratamento farmacológico se tornou progressivamente menos eficaz.

Função da estimulação cerebral

A estimulação pode ser feita no Núcleo Subtalâmico (STN) ou Globo Pálido Interno (GPi) e funciona por meio de implante estereotáxico de eletrodos nos hemisférios cerebrais. Assim, podem aliviar características principais da Doença de Parkinson, como fluturações motoras, discinesia, tremores, rigidez e bradicinesia. No entanto, os sintomas axiais são menos sensíveis a mudanças.

A DBS pode apresentar também desvantagens como piora da fala, risco de queda, alterações de cognição e comportamento. Esse risco é apontado como aumentado em pacientes que já constituem alto risco e parte desses efeitos colaterais pode ser atribuída à estimulação de estruturas cerebrais vizinhas.

Portanto, sua escolha deve ser amplamente discutida e avaliado se os sintomas de manifestação mais grave coincidem com os que apresentam melhora mais significativa ao tratamento.

Indicações

A indicação para Estimulação Cerebral Profunda exige inicialmente confirmação diagnóstica da Doença de Parkinson após descarte de outras causas de Parkinsonismo. Deve-se observar também critérios como tempo de doença, resposta ao tratamento medicamentoso, presença de flutuações e discinesias, além da presença de outras comorbidades.

O candidato considerado ideal para intervenção cirurgica é o paciente diagnosticado, com manutenção de boa resposta aos medicamentos no “estado ligado”, porém com complicações motoras incapacitantes. Apesar disso, deve possuir tolerância a intervenções cirúrgicas, cognição relativamente preservada e ausência de transtornos de humor não controlados.

Os procedimentos estereotáxicos são procedimentos guiados por coordenadas cartesianas para intervenções de alta precisão. Sua indicação em pacientes idosos exigem avaliação cuidadosa, mas não existe delimitação de idade bem definida. Em geral, pacientes acima de 70 anos são considerados pacientes de maior risco e os acima de 80 anos raramente são operados.

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Referências

Current Geriatria: Diagnóstico e Tratamento. 2ª. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.

Manual Prático de Geriatria. E.V.; Mohallem, K.L.; Gamarski, R.; Pereira, S. R.M. 2ª. ed. Grupo Editorial Nacional (GEN), 2017.

Perguntas Frequentes:

1 – Como a Estimulação Cerebral Profunda também é chamada?

Deep Brain Stimulation

2 – Quando eu indico?

Exige inicialmente confirmação diagnóstica da Doença de Parkinson após descarte de outras causas de Parkinsonismo. O candidato considerado ideal para intervenção cirurgica é o paciente diagnosticado, com manutenção de boa resposta aos medicamentos no “estado ligado”, porém com complicações motoras incapacitantes.

3 – Como é feita a estimulação?

A estimulação pode ser feita no Núcleo Subtalâmico (STN) ou Globo Pálido Interno (GPi) e funciona por meio de implante estereotáxico de eletrodos nos hemisférios cerebrais.

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